O Teste do Reflexo Vermelho, conhecido popularmente como teste do olhinho, tornou-se imprescindível nos primeiros dias de vida. Com ele é possível diagnosticar doenças como a retinopatia da prematuridade, catarata congênita, glaucoma, retinoblastoma, infecções, traumas de parto e a cegueira.
O Teste do Reflexo Vermelho, conhecido popularmente como teste do olhinho, tornou-se imprescindível nos primeiros dias de vida. Com ele é possível diagnosticar doenças como a retinopatia da prematuridade, catarata congênita, glaucoma, retinoblastoma, infecções, traumas de parto e a cegueira. Essas alterações atingem cerca de 3% dos bebês em todo o mundo.
Pelo menos 60% das causas de cegueira ou de grave sequela visual infantil podem ser prevenidos ou tratáveis se fossem detectadas precocemente, antes de se agravarem.
Os prematuros devem obrigatoriamente realizar esse teste visual, de modo que afaste o risco da retinopatia da prematuridade, uma das principais causas de cegueira infantil. A precocidade do exame é devido à imaturidade dos vasos sanguíneos.
O exame pode ser realizado por um pediatra, apontada alguma alteração, o bebê deve ser encaminhado para o oftalmologista para a realização de exames mais específicos.
O procedimento é simples, não precisa de colírio e é rápido, de dois a três minutos. Uma fonte de luz sai de um aparelho chamado oftalmoscópio, uma espécie de “lanterninha”, onde é observado o reflexo que vem das pupilas.
Quando a retina é atingida por essa luz, os olhos saudáveis refletem tons entre vermelho e laranja. Já quando há alguma alteração, não é possível observar o reflexo ou sua qualidade é ruim, esbranquiçada. A Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica prevê cerca de 710 novos casos de cegueira por ano.