Retinopatia Diabética

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O diabetes é uma das doenças mais prevalentes no mundo e responsável por complicações em vários sistemas do corpo humano.

Dr. Paulo César Montalvão, oftalmologista do Visão Institutos Oftalmológicos, em Brasília, explica um pouco mais sobre o processo de surgimento da retinopatia diabética. “A retinopatia diabética ocorre quando a retina, tecido localizado no fundo do olho é afetada, e é uma das principais causas de cegueira no mundo. A hiperglicemia prolongada causa lesões nas paredes dos vasos sanguíneos da retina, tornando-os ineficientes.”

Com isso, há extravasamento de sangue e outras substâncias para o tecido retiniano. O mal funcionamento dos vasos sanguíneos leva a um estado de isquemia, ou seja, falta de oxigenação adequada em algumas regiões da retina.” O diabetes também pode ser fator de risco para o desenvolvimento de outras doenças oculares, como a catarata e o glaucoma, afirma Dr. Paulo César Montalvão.

A oxigenação inadequada da retina pode levar a complicações como sangramentos, acúmulo inadequado de líquido no centro da retina (edema macular) e surgimento de vasos sanguíneos anormais denominados neovasos. O estágio final da doença, quando não tratada, é o descolamento da retina e perda irreversível da visão, ilustra o doutor.

O diagnóstico da retinopatia diabética é feito pelo médico oftalmologista por meio do exame de fundo de olho. Todas as pessoas que têm diabetes estão sujeitas ao desenvolvimento dessa doença ocular, por isso devem ser submetidas ao exame de fundo de olho ao menos uma vez por ano.

Pacientes com diabetes tipo 1, diabetes gestacional e pessoas com diabetes de longa data devem ser bem monitorados ,pois têm mais chances de desenvolver retinopatia diabética.

Há vários estágios da doença, de leve e assintomática a muito grave e com comprometimento importante da visão. Isto ocorre principalmente quando não há tratamento adequado em pacientes que tem diabetes descontrolado durante muitos anos. Outros fatores de risco incluem a hipertensão arterial, hipercolesterolemia, tabagismo e fatores genéticos/hereditários.

O tratamento da retinopatia diabética varia conforme o estágio da doença. Nas formas mais leves, quando não há comprometimento visual, o tratamento consiste no controle adequado da glicemia, com dieta, uso de medicações orais ou insulina, e exercícios físicos.

Com o avanço da doença o paciente percebe diminuição da visão, que pode ser progressiva ou súbita. Nestes casos, o médico oftalmologista deve realizar a avaliação da retina do paciente e decidir qual a melhor opção terapêutica. Dentre estas opções, estão a fotocoagulação com Laser, injeção de medicações intraoculares e em casos mais graves, cirurgia vitreorretiniana.

O Visão Institutos Oftalmológicos conta com corpo clínico capacitado e equipamentos de última geração para o tratamento da retinopatia diabética

O diabetes é uma das doenças mais prevalentes no mundo e responsável por complicações em vários sistemas do corpo humano. A retinopatia diabética ocorre quando a retina, tecido localizado no fundo do olho é afetada, e é uma das principais causas de cegueira no mundo.

Dr. Paulo César Montalvão, oftalmologista do Visão Institutos Oftalmológicos, em Brasília, explica um pouco mais sobre o processo de surgimento da retinopatia diabética, “a hiperglicemia prolongada causa lesões nas paredes dos vasos sanguíneos da retina, tornando-os ineficientes. Com isso, há extravasamento de sangue e outras substâncias para o tecido retiniano. O mal funcionamento dos vasos sanguíneos leva a um estado de isquemia, ou seja, falta de oxigenação adequada em algumas regiões da retina.” O diabetes também pode ser fator de risco para o desenvolvimento de outras doenças oculares, como a catarata e o glaucoma.

A oxigenação inadequada da retina pode levar a complicações como sangramentos, acúmulo inadequado de líquido no centro da retina (edema macular) e surgimento de vasos sanguíneos anormais denominados neovasos. O estágio final da doença, quando não tratada, é o descolamento da retina e perda irreversível da visão, afirma Dr. Paulo César Montalvão.

O diagnóstico da retinopatia diabética é feito pelo médico oftalmologista por meio do exame de fundo de olho. Todas as pessoas que têm diabetes estão sujeitas ao desenvolvimento dessa doença ocular, por isso devem ser submetidas ao exame de fundo de olho ao menos uma vez por ano.

Pacientes com diabetes tipo 1, diabetes gestacional e pessoas com diabetes de longa data devem ser bem monitorados ,pois têm mais chances de desenvolver retinopatia diabética.

Há vários estágios da doença, de leve e assintomática a muito grave e com comprometimento importante da visão. Isto ocorre principalmente quando não há tratamento adequado em pacientes que tem diabetes descontrolado durante muitos anos. Outros fatores de risco incluem a hipertensão arterial, hipercolesterolemia, tabagismo e fatores genéticos/hereditários.

O tratamento da retinopatia diabética varia conforme o estágio da doença. Nas formas mais leves, quando não há comprometimento visual, o tratamento consiste no controle adequado da glicemia, com dieta, uso de medicações orais ou insulina, e exercícios físicos.

Com o avanço da doença o paciente percebe diminuição da visão, que pode ser progressiva ou súbita. Nestes casos, o médico oftalmologista deve realizar a avaliação da retina do paciente e decidir qual a melhor opção terapêutica. Dentre estas opções, estão a fotocoagulação com Laser, injeção de medicações intraoculares e em casos mais graves, cirurgia vitreorretiniana.

O Visão Institutos Oftalmológicos conta com corpo clínico capacitado e os equipamentos mais modernos para o tratamento da retinopatia diabética e de outras doenças oculares.

Dr. Paulo César Montalvão de Albuquerque, médico do Visão Institutos oftalmológicos, especialista em Retina e Vítreo.

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