Hipertensão ocular é o primeiro passo para o glaucoma

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A hipertensão ocular é um tipo de doença não muito popular, mas traz problemas gravíssimos ao paciente. Essa patologia é o fator de risco mais importante para o desenvolvimento do glaucoma, o primário, responsável por causar danos ao nervo ótico e à perda de fibras nervosas que transmitem os sinais visuais do olho ao cérebro.

 Dados da Sociedade Brasileira de Glaucoma afirmam que a doença é a segunda principal causa de cegueira no mundo, atingindo cerca de 1 milhão de pessoas no Brasil – o primeiro lugar é ocupado pela catarata. Dr. Gustavo Serra, oftalmologista do Visão Institutos Oftalmológicos, em Brasília, explica um pouco mais sobre como prevenir a hipertensão para que o glaucoma não seja uma ameaça. “O caminho mais fácil sempre é fazer consultas periódicas, ao menos uma por ano, além do uso de colírios prescritos para abaixar a pressão dos olhos e, se necessário, cirurgia”, explica o especialista.

 Em caso de procedimento cirúrgico, o médico comenta que “quando o tratamento clínico com colírios associados não for eficaz, é recomendado a avaliação de tratamento cirúrgico para manter a pressão intraocular estável, evitando a progressão do glaucoma e piora do campo visual do paciente. Pode ser que o problema volte, mas isso depende de cada organismo”, ilustra o doutor.

 A doença não tem idade específica para se desenvolver, mas, em poucos casos se manifesta por meio de alguns sintomas: fotofobia, dores de cabeça e nos olhos. “Vale ressaltar mais uma vez que essa patologia pode gerar cegueira, caso não seja tratada corretamente. E, na maioria dos casos, a hipertensão intraocular não apresenta sintomas, aumentando o risco para o paciente. Além disso, os que possuem hipermetropia têm ainda mais facilidade de desenvolvê-la. Nunca é demais buscar um acompanhamento médico e evitar problemas como este”, finaliza o doutor.

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